segunda-feira, 9 de abril de 2018

Meu primeiro drama coreano: Oh My Ghost



Sinopse: Possuída pelo espirito de uma virgem sedutora, a tímida assistente de um chef de cozinha passa a ser notada por ele.

Exibição na TV: julho a agosto de 2015.

Gênero: Drama Coreano.

Nacionalidade: Coreano.

Onde assistir: Netflix.

A história deste “dorama” começa de forma bem inusitada: homens sendo levados à emergência de um hospital com os mesmos sintomas. Os médicos suspeitando de ebola, ataques cardíacos, quando na verdade a culpa é unicamente de um fantasma virgem, que possui mulheres bonitas para tentar ir para cama com os homens.

Soon–ae (Kim Seul Gi) é uma jovem virgem, que após sua morte seu espírito fica a perambular pela Terra sem qualquer lembrança de como morreu. Certa de que não foi para o céu devido ao seu ressentimento em nunca ter transado, a garota transforma sua existência fantasmagórica em uma engraçada caça ao homem que irá lhe libertar desse sentimento e deixá-la ir ficar em paz.
Contudo, sua caçada acaba sendo atrapalhada por uma xamã, que Soon–ae tenta fugir e para não ser pega ela acaba possuindo o corpo de uma simples assistente de um chef de cozinha famoso.

Bong-Su (à esquerda) e Soon-ae (à direita).

Na Bong-Sun (Park Bo-young) é uma tímida garota, que após começar a trabalhar como assistente de Sun-Woo Kang, um famoso chef de cozinha, ela se apaixona por ele. O único problema é que a garota além de mal consegue encará-lo nos olhos, ela quase não tem voz - nos primeiros episódios -.  e vive pedindo desculpas por tudo. O comportamento de Bong, por sua vez, no inicio causa um certo desconforto e irritação em Sun-Woo Kang, o que ocasiona em uma repreensão pesada aos serviços que sua assistente faz e na demisão da própria.

Após se demitir, a assistente sai vagando pela cidade, quando acaba sendo possuída por Soon–ae. Com o espírito de uma virgem no corpo, Bong retorna ao trabalho e tanto os colegas quanto o chef percebem de imediato a mudança de personalidade repentina.

É nesse instante que a comédia começa, literalmente, logo que Soon-ae coloca na cabeça que tem que seduzir Sun–Woo Kang (Jo Jung Suk). Mas Bong-Sun tenta resistir a possessão, quando percebe o que aconteceu. Contudo, esperta toda,a fantasminha propõe a outra garota que a deixe usar o seu corpo em troca o chef será dela, quando os problemas de Soon forem resolvidos.

Park Bo-Young (à esquerda) e Jo Jung Suk (à direita).

Durante o drama os três personagens principais se envolvem em um triângulo amoroso inesperado, acidental e muito engraçado. E química entre os atores me fez entrar em um dilema com os personagens! De repente, eu me vi torcendo para que a Soon–ae não fosse para o céu e continuasse possuindo o corpo da Bong–Sun, para que de certa forma, as duas tivessem um final feliz com o “chef”. Mas nem sempre as coisas são como queremos!

Oh My Ghost foi o primeiro drama coreano que eu assisti no Netflix e ele conquistou minha atenção de imediato por ter uma pegada engraçada e romântica, mas ao mesmo tempo cheio de mistérios bem amarrados entre si. Os acontecimentos que geraram a morte de Soon-ae estão bem mais presentes na vida dos outros personagens do que nós esperamos quando começamos a assistir ao dorama e as mudanças que vamos vendo nos personagens ao longo da narrativa é sensacional.

Pode preparar o lencinho, porque o final é emocionante!!!

Choque de Culturas:

Assistir “Oh my ghost” foi ter um choque de culturas entre os estilos de séries que costumo assistir:

❤ Por só ter como opção de áudio a língua original deles, os primeiros episódios foram bem complicados de eu me acostumar a escutar os atores falando coreano, ler a todas as legendas em português, pois nas minhas séries americanas apesar de eu deixar as legendas, eu pouco as leio.
❤ O gênero e a duração da “série” me deixaram apreensiva quando comecei, mas no decorrer da história, meu Deus, eu nunca tinha assistido uma “série” de comédia-romântica tão natural, fofa de 16 episódios com duração de uma hora, que terminasse com um final feliz na primeira temporada e não brincasse com o psicológico dos fãs. Infelizmente, as séries americanas tem esse defeito, eles criam empecilhos para o casal não fiquem juntos e, assim, prendem os fãs as intermináveis temporadas.
❤ O comportamento/relacionamento dos personagens foi algo que me deixou com um ranço no inicio, mas depois com muito custo, eu tentei entender que o lance era cultural, mas ainda assim, não me conformo com alguns momentos de frieza e etiqueta exagerada – a meu ver.
Não teve beijão, apenas beijos fofos e memoráveis!


❤ Os efeitos especiais me surpreenderam nos momentos de maiores tensões. O drama gira em torno de uma história com fantasmas e lá existem os fantasmas bons e os espíritos malignos, e por várias vezes quando um espirito ruim se formava na tela do celular eu tremia de medo devido à perfeição dos efeitos nessas situações. Porém, existiram tão outros momentos, que foram usados os efeitos e eu fiquei “mas por que eles usaram efeitos aqui?”. Por exemplo, a menina corria para os braços do rapaz, eles ia lá e repetiam a cena duas a três vezes para enfatizar. Era engraçado, mas a meu ver, um tanto desnecessário.
 Os flasbacks nos deixam a par dos acontecimentos que levaram a morte de Soon-ae e de como eram alguns personagens no passado, além de trazem certa carga emocional para o dorama.


Espero que tenham gostado!!! 
Nas próximas semanas trarei mais novidades.
Beijinhos,
Maria Clara Vieira.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Entrevista com Autores: Bianca Baldassin da série Collide "As We Collide" #1



Sinopse: 

Lionel James é um destruidor nato de corações. Arrogante e com um andar que inspira confiança, ele é capitão do time junior de lacrosse da escola e tem certeza de que seu futuro nos esportes está garantido. Kendra Berkeley é nerd e adepta ao romance clichê, moletom canguru e rabo de cavalo. Ela vive sob a sombra do irmão atleta nos corredores da escola, embora em casa seja a favorita e carregue nos ombros a missão de superar as expectativas de seu pai e de impressioná-lo com notas excelentes. Para Kendra, Lionel é um desejo impossível de se realizar. E ela sequer imagina que seu mundo está prestes a colidir com o dele de forma catastrófica.

Ranking na plataforma Wattpad: #13 [Ficção Adolescente]

Nota (0-5): 5

Graças a pessoas próximas a autora, "As We Collide", o primeiro livro da série Collide foi lançado em meados de 2015 com exatos 100 capítulos. Contudo, após três anos de sucesso na plataforma, o livro foi relançado em 2018 com uma nova e melhorada versão que está cativando os leitores veteranos e enlouquecendo os novatos. Ou a todos nós, sem exceções!
💫
As We Collide pode parecer apenas mais um livro sobre a nerd que se apaixona pelo atleta popular do colégio. Porém, esta história aborda um grupo de pessoas na fase mais dramática da vida de qualquer ser humano: a adolescência. A narrativa em primeira pessoa mostra os conflitos e os dramas vividos por adolescentes que estão com os hormônios enlouquecidos enquanto fazem uma autodescoberta inconsciente, amadurecem e aprendem com os próprios erros.

"As We Collide" é sobre crescer, aceitar as mudanças e lidar com as dificuldades e diferenças. É sobre se apaixonar, partir o coração, se decepcionar e guardar mágoas. É sobre enfrentar os medos, superar, levantar a cabeça, ser forte e corajoso. É sobre mãe, pai, irmãos, avós, tios; família.
Este livro é sobre a vida real.


1. Acho que tudo na vida começa com uma simples ideia. De onde veio à concepção para o primeiro livro da série Collide?

Collide surgiu de uma brincadeira durante a madrugada. Minha amiga estava escrevendo um livro sobre uma menina de dezesseis anos que era mãe de uma menininha de um ano. Daí eu disse pra ela que iria escrever um livro mostrando a gravidez. A minha intenção não era postar a história. Inclusive, eu só compartilhava com ela pelo Whatsapp. Por fim, a história acabou tomando outro rumo, quando eu passei a colocar a minha adolescência no desenvolvimento do enredo e dos personagens. Todos os personagens são baseados em pessoas que conviveram comigo entre os dezesseis e vinte anos. A protagonista é baseada em mim e o protagonista no meu primeiro namorado. Muitos fatos escritos realmente aconteceram, mas maioria é ficção.

2. Muitos autores dizem que quando começam a escrever, eles já têm em mente o que possivelmente acontecerá no inicio, meio e fim da história. Mas você, como encara o processo de criação de “As We Collide”?

É assustador. Não de um modo ruim. Eu tenho um roteiro mental sobre o que quero para a história; início, meio e fim. O “problema” é que os personagens ganham vida e seguem o seu próprio rumo. A sensação que eu tenho é de que sou tão leitora quanto quem lê. É como se eu estivesse sentada assistindo tudo acontecer. Muuuuitas coisas planejadas aconteceram completamente diferente, mudando o rumo das situações seguintes. É estranho e legal ao mesmo tempo. Eu espero não ser a única a passar por isso.

3. De alguns anos para cá, eu reparei que muitas séries literárias tem ido por um caminho de estilo narrativo em que o enredo de cada livro é sobre um determinado personagem apresentado na história. O que podemos esperar da série Collide em relação ao “estilo narrativo”?

Ambos os personagens narram os quatro livros. Porém, o primeiro livro da série é mais voltado para a Kendra. O segundo livro é mais voltado para o Lionel. Os dois últimos livros estão equilibrados entre eles.

4. Na história existem vários personagens desde jovens até mais maduros. Qual foi a sua estratégia para a composição deles?

A vida real. Todos os personagens têm sua personalidade baseada nas pessoas que eu convivi durante quatro anos. É um desafio pra mim, mas ao mesmo tempo é incrível quando eu paro pra me atentar a pequenos detalhes e penso “Caramba! Fulano era exatamente assim”.

5. Bianca, vamos brincar um pouquinho! O jogo é o “merchan-materno-ao-contrário” [1], é mais ou menos como aquela típica e famosa propaganda que as mães fazem dos seus filhos para as amigas, porém, no jogo serão listados pontos positivos e negativos do “filho”. E você como “mãe-criadora” de Kendra Berkeley e Lionel James terá que nos dar 5 pontos positivos e negativos dos dois.




Qualidades: leal, focada, objetiva, empática e forte.
Defeitos: impulsiva, sonhadora e “ingênua”.




Qualidades: leal, esforçado, carinhoso e dedicado.
Defeitos: impulsivo, imaturo e egoísta.

6. Se pudesse escolher um personagem da série Collide para ser durante um dia, quem seria? Por quê?

Eu seria a Louise. Porque ela é descontraída, divertida, fala tudo o que pensa. Além de ser bem resolvida.

7. Já foi comentado nas redes sociais que você estaria preparando um Crossover entre o livro “It Was Always You” e um dos livros da série, é verdade? Se sim, o que os leitores podem esperar desse momento?

Sim! Gabe, personagem de IWAY irá aparecer em AWC muito em breve. Acho que será divertido vê-lo como monitor do acampamento de verão que Lionel James e cia estarão.

8. No primeiro capítulo do livro você anunciou a criação de uma playlist no Spotify. Mas , em sua opinião, qual seria a “música tema principal” dos protagonistas?

Caraaaaamba! Essa playlist tem quase 400 músicas. É difícil escolher apenas uma, mas eu diria que nesse primeiro livro da série, “Paper Love” da Allie X é o que mais tem a ver com eles. Inclusive, essa é a música do booktrailer.


9. Já pensou em comercializar suas obras literárias?

Já pensei sim, mas eu gosto muito de postar gratuitamente no Wattpad. Nem todo mundo poderia comprar o e-book ou o livro físico. Eu escrevo por amor, então ainda tá um pouco “distante” de mim a ideia de ganhar dinheiro com isso.

10. Um recado para os leitores:

MUITO OBRIGADA por vocês que me acompanham, que estão caminhando lado a lado comigo, que me incentivam a continuar fazendo o que eu amo. Cada conquista é nossa. Eu amo cada um de vocês, imensamente.
💫
Então, essa foi a minha primeira entrevista realizada para blog! 
Fiquei super feliz e agradecida pela disponibilidade e carinho da Bianca, que mesmo na correria do dia-a-dia ela parou e respondeu as perguntas (risos)!

Muito obrigada!!!

@nasnuvensblog_
Beijos, meus amores!! 💋
E, até o próximo post.... 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Resenha: Sempre com Você #3


Sinopse: Para Gabriella Martine, ser assistente de Zach Montgomery é um desafio sem fim, embora sua formação e competência sejam inquestionáveis. Por pertencer a uma família rica e poderosa, ele vive de acordo com as próprias regras e não se submete a ninguém, mas isso não intimida Gabriella. Acostumada a lidar com homens teimosos, ela nem se importa com o fato de Zach ser inteligente, carismático e… maravilhoso. O mundo perfeito do rapaz, entretanto, vira de cabeça para baixo quando um acidente durante uma escalada o deixa cheio de fraturas, irritado e altamente dependente. Em sua lenta batalha pela recuperação, Gabriella sempre esteve ao seu lado e, à medida que Zach começa a ver a assistente com outros olhos, é forçado a avaliar o que realmente significa ser um homem digno do amor de uma mulher tão espetacular.

Autora: Samantha Chase
Série: The Montgomery Brothers
Primeira publicação: 2017;
Editora: Universo dos Livros;
Gênero: Ficção, Romance Contemporâneo;
Nota (0-5): 💋💋💋💋

“– Eu realmente gosto de você, Gabriella. Tudo o que você fez por mim... bem... Não sei como dizer o tanto que sou grato. Sempre cuidou de mim, desde o primeiro dia, e não sei por quê. Você devia ter me mandado à merda há muito tempo.”


Sempre com você da autora Samantha Chase é o terceiro livro de uma série de três histórias independentes, que contam um pouco sobre a vida dos irmãos Montgomery. Antes dele tivemos o do casal James e Selena (“De Volta para você”); Summer e Ethan (“Feito para você”) e agora nessa nova aventura nós podemos adentra mais a fundo na vida do mal-humorado e aventureiro Zach Motgomery e da certinha e competente assistente executiva Gabriella Martine, que durante a jornada de recuperação de um grave acidente com Zach, eles ganham vários empurrões e uma torcida perfeita do tio favorito e com talento para cupido-casamenteiro, William para que finalmente fiquem juntos.



A história começa com um grande dilema entre Zach não estar colaborando em nada com a sua própria recuperação, assim, obrigando ao pai e ao tio ameaçarem de despedi-lo do cargo de CEO na empresa Montgomery em Seattle. Desesperada e prestativa, sua assistente Gabriella concorda com William, tio de Zach de tentar ajudar o rapaz a voltar aos poucos ao trabalho. O que poderia ser visto por muitos como um baita incentivo, porém, de inicio o rapaz vê aqui como uma palhaçada, já que estava escondido dentro de casa a mais de três meses se recusando de ser visto pelo mundo.

“– Você sempre esteve ao meu lado, mesmo quando eu não merecia. Eu quero... Eu preciso que as coisas voltem a ser como costumavam ser. Se vou me recuperar e voltar para o meu cargo na empresa, vou precisa que você esteja ao meu lado. Por favor, Gabriella. Eu preciso de você”


Narrado em terceira pessoa, a autora cria um ambiente incrível entre ambiente, pensamento e ações dos personagens. Ela nos proporciona durante toda a leitura um contato direto com os as fragilidades, os medos e a luta que os protagonistas enfrentam e ainda nos presenteia com a transformação de cada um deles. Sim, o Zach Montgomery é grande idiota, um chefe abusivo, impulsivo e baita egoísta com a Gabriella, uma mulher que o que tem de excelente  profissional tem de sofredora na vida pessoal.

No início, não temos os verdadeiros motivos pelo qual Zach “não gosta” da Gabs, mas a medida em que os personagens vão interagindo vemos os segredos desaparecendo e a verdade prevalecendo; O que sem dúvidas, não é fácil para nenhum dos dois. Descobrisse que Zach tem uma baita queda pela Gabriella, mas que por uma fofoca entre colegas, a garota acaba sendo considerada uma grande “Papa-Executiva” (ou seja, que gosta de namorar os chefes) e Zach acaba penalizando a coitada com todo o seu mal humor e falta de respeito!

Pesado... Mas como diz o ditado “O que faz aqui, paga aqui”, Zach acaba quase perdendo de vez a Gabs, mas, antes disso, a convence de lhe dar uma última chance para fazer a coisa certa. Tudo fica na paz do senhor! E nessa fase  casal, nós vemos uma conexão lindo entre eles, só amorzinho; vemos um Zach mais gentil com todos a sua volta, cooperando com a própria recuperação, em contra partida vemos um lado até engraçado da Gabriela, a viciada em organização, que surta por estar dividindo  suas coisas entre seu apartamento e a casa de Zach.


“– Você precisa de mim como sua assistente ou como sua namorada? Ou deveria ser uma coisa só?”


Nessa história, não existe vilão em pessoa, apenas problemas reais que em sua maioria prendem os protagonistas de realmente seguir em frente com suas vidas. Bem, enquanto Zach luta com a ideia de voltar a ser um “homem completo” devido aos traumas sofridos após sua queda durante a escada, Gabriella luta contra o desprezo de sua família egoísta e hipócrita; assim como, sua passividade e aceitação em relação a tudo o que lhe acontece (observação: ela já tem as roupas, os sapatos e até mesmo o boy para se tornar uma "it girl", a única coisa que lhe falta mesmo é o esprito de mulherão super-poderosa!). E, é justamente entre essas situações que um fantasma do passado volta à vida da nossa querida Gabs para colocar a sementinha da confusão e da discórdia na cabeça do impulsivo Zachary.

E após muitos altos e baixos, Zach percebe que por causa da sua insegurança e egoísmo, ele foi o único culpado por afastar a mulher por quem sempre foi apaixonado. Então, ele, juntamente com o apoio de seu tio-cupido-casamenteiro e do resto da família – que assim como durante toda a trama – ajudam os pombinhos nessa última e mais importante reviravolta do destino.


“– Se você pensou, por um minuto sequer, que eu contrataria uma jovem, solteira e que usasse saltos altos para trabalhar para você, então está completamente louco. Você é meu, Zach Montgomery. Todo meu.”

E para finalizar, devo confessar que desde o instante em que vi a capa do livro “Sempre com Você”, eu pensei que o rapaz retratado nela fosse o ator lindo- e-talentoso, Ryan Guzman; já mulher da capa poderia ser a cantora e atriz, Jennifer Lopez e pode acreditar que até mesmo após as descrições dos personagens, eu não pude parar neles dois como a minha Gabs e o meu Zach.


Além dessa questão de personificar os protagonistas, bem... Eu adoro criar playlist para os meus casais favoritos ou até mesmo para os meus livros. E como isso não poderia faltar no livro da Samantha Chase, a canção tema escolhida para os meus pombinhos- cão-e-gato-lindos-de-morrer foi: I hate u, I love u de Olivia O’brien.



Espero que gostem!

Abraços e beijos,

Maria Clara Vieira.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Beijar e Chorar: 1 em 3,5 bilhões de tipos de amor.


Filme: Beijar e chorar (2017)
Gênero: Drama/ Filme de Esporte
Direção: Sean Cisterna
Atores: Sarah Fisher, Luke Bilyk e outros.
Data de lançamento mundial: 21 de maio de 2017
Nota: 10!!! (sem dúvidas)

"Prometa-me que sempre sorrirá"

"Trate o triunfo como funeral e o funeral como triunfo. Significa que temos o poder de escolher entre sorrir ou não sorrir"

O filme "Beijar e Chorar" é baseado em fatos reais, que retrata a história da patinadora canadense Carley Allison, que após ter a chance de competir na equipe Elite de patinação no gelo, seu sonho é colocado em segundo plano quando acaba sendo diagnosticada com um câncer raro. Ela se torna 1 em 3 bilhões e meio de pessoas e mesmo doente, Carley não desiste de sua paixão pela música, o que a faz ver a vida de forma otimista e nunca perde o sorriso no rosto. Isso acaba chamando a atenção das pessoas e também servindo de incentivo e inspiração para sua família e amigos, que a apoiavam contra o câncer.

(acionar a legenda no vídeo)

O filme mostra para aqueles que assistem indícios de como a vida pode ser e é frágil, assim como inexplicável. Um dia estamos no topo e no momento seguinte podemos estar lutando pela vida. Para muitos isso pode ser revoltante, porém, a história dessa jovem é uma linda mensagem sobre superação, disciplina, determinação e escolhas.

Escolhas, por que a Carly poderia muito bem não aceitar seu estado e parar de viver positivamente. Mas, ela aceita a situação e de forma otimista quebra qualquer tentativa das pessoas lhe colocarem para baixo e dizerem que ela não conseguirá vencer o câncer.

Uma coisa que eu adoro fazer é ler os comentários daqueles que já assistiram aos filmes e algo que me chamou atenção nos de "Beijar e Chorar" foi como as pessoas se surpreenderam com a forma que o namorado da Carley, o John Servinis, continuou ao lado dela mesmo sabendo que sua situação poderia piorar.

Bem, na minha opinião, essa atitude dele pode ter sido interpretada como extraordinária ou surpreendente, por que simplesmente hoje em dia o mundo está tão cheio de atitudes egoístas que quando vemos uma pessoa apoiando outra em um momento delicado da vida de uma delas, já vemos aquele ser como excepcional. Mas John era amigo e namorado dela, se importava e a amava de verdade. Forma linda de mostrar seu amor!

(Carley Allison e seu namorado, John Servinis na vida real)

A verdadeira Carley Allison foi uma patinadora e cantora que inspirou e continua inspirando muitos jovens ao redor do mundo, mesmo após seu falecimento aos 19 anos. Até o ano de 2015, ano do seu falecimento, ela produzia vídeos na plataforma Youtube. E de forma emocionante e tocante, algumas das músicas que Carley cantou foram regravadas por Sarah para a trilha sonora do filme.
As músicas "I Loved You"(de sua autoria) e o cover "Human" da cantora Christina Perri simplesmente encheram meus olhos de lágrimas.
Lindo demais!!


Eu fiquei tão emocionada com toda história, que decidi procurar saber um pouco mais sobre a produção cinematográfica, além de anotar algumas curiosidades:

1. Na vida real, Sarah Fisher e Carley era melhor amiga e a atriz vivenciou
de perto a luta da amiga pela vida, desde o momento que descobriram a doença. Sarah interpretou Carley no filme. E regravou a música 'I loved you" na casa da própria Carley, no mesmo piano que a jovem a compôs.



2. A produção de "Beijar e Chorar" levou em torno de seis meses e muitas das cenas foram feitas em locais, onde a verdadeira Carley viveu. A escola, a antiga casa da família e hospital. O processo de filmagem e construção da personagem para o filme foi um reencontro especial entre a atriz Sarah, os familiares da jovem retratada e seu namorado na época, John.

(Família Allison e John Servinis)




(Atores e diretor de Beijar e Chorar, na premiere do filme no Canadá)

3. O termo "Beijar e Chorar", que foi dado também como nome da produção cinematográfica canadense. tem haver com um entre vários jargões do mundo da patinação. Isso eu só fui entender já no final do filme quando a personagem explicou o significado. Basicamente, esse termo é usado pelos patinadores para destinar o local onde eles devem esperar por suas pontuações.

4. "Beijar e Chorar" está disponível no youtube, dublado e em boa qualidade audiovisual, deixei marcado no nome do filme o link do mesmo para quem quiser assistir e se emocionar com o enredo.

Espero que tenham gostado da resenha, assisti ao filme na terça-feira e desde então estava louca para escrever sobre ele.
xoxo,
Maria Clara Vieira.


Descanse em paz, anjinha!!!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Power Rangers: It's morphin time

Nome: Power Rangers: É hora de morfar
Ano: 2017
Produção: Brian Casentini, Allison Shearmur, Marty Bowen, Wyck Godfrey, Brent O'Conor e Haim Saban
Elenco: Dacre MontgomeryNaomi ScottLudi LinRJ CylerBecky G, Elizabeth Banks e Bryan Cranston
SINOPSE: A jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove - e o mundo - estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem suas forças, antes que seja tarde demais.
NOTA: 9

Cinco adolescentes: Jason, Billy, Kimberly, Trini e Zacky. Considerados malucos, fora dos padrões e até mesmo inconsequentes. Cinco diferentes personalidades, que juntos terão de proteger a cidade onde moram, o planeta e universidade. No inicio não sabiam bem o por que de terem sido escolhidos, pensaram em fugir, pensaram que não conseguiriam, que era uma missão suicida.

O que cinco crianças poderiam fazer, certo? É muita responsabilidade, certo?

Errado, juntos eles descobriram que são melhores, mostraram o verdadeiro significado de amizade, de trabalho em equipe apesar de todos os obstáculos do inicio e a melhor prova disso tudo foi quando os Power Rangers tiveram que lutar contra Rita, interpretada pela Elizabeth Banks, uma vilã bem moderninha e viciada em ouro que ressuscitou das profundezas do mar atrás de um cristal poderoso, que a faria dominar o mundo. Só que não!


A história por trás de cada um dos personagens foi bem, a escolha dos atores foi algo que me deixou super ansiosa para ver na tela de cinema. E vamos combinar, eu amei todos eles.

O Ranger vermelho (Jason), interpretado pelo Dacre Motgomery, tem uma história familiar meio clichê. O garoto prodígio da escola e da família, que joga em um time de futebol, acaba se metendo em encrenca e depois descobre que pode ser mais que um jogador encrenqueiro e marrento. Adoro o clichê!  Abrindo aspas e deixando em letras garrafais um detalhe - quem sabe um grande detalhe – o ator escolhido, sem brincadeira, se parece muito com o ator Zac Efron.


O Ranger azul (Billy), interpretado pelo Rj Cyler, é o pequeno gênio da equipe e mais animado para se tornar um super-herói. O personagem possui do inicio ao final um senso de humor, um coração puro e uma vontade tão grande de fazer com que a nova turma der certo, que isso o faz vencer a perda do pai e o bullying na escola.

O Ranger preto (Zacky), interpretado pelo Ludi Li, a história familiar desse Ranger é bem sensível. Por fora ele é o típico adolescente, forte, marrento, inconsequente, que encara qualquer coisa por uma aventura, porém, ao longo do filme descobrimos um lado de Zacky mais humano e sensível, ao vê-lo contar para os amigos sobre sua família.

A Ranger amarela (Trini), interpretada pela atriz e cantora Becky G, minha pequena latina do coração. Ela é mais uma dos cincos, que é aquela adolescente estereotipada, que está ali mais nunca é verdadeiramente ouvida. A família é bem certinha e tenta fazer com que a personagem seja feminina, quando na verdade Trini possui um estilo tomboy – quem sabe herdado da própria interprete, que no inicio da carreira usava muitas combinações masculinas e femininas-, ao prestar atenção no comportamento dessa personagem podemos perceber que no inicio do filme há uma resistência da Ranger com os novos “amigos”, principalmente com a Kimberly, a Ranger rosa. Porém, à medida que o enredo se desenrola e os adolescentes vão se conhecendo, os segredos da trama também vão sendo descobertos pelos telespectadores.


E para finalizar a apresentação dos personagens, a Ranger rosa (Kim), interpretada pela Naomi Scott, ela parecia ser uma das populares da escola como o Jason, parecia a garota perfeita, mas ela estava como os outros na detenção, no inicio para falar a verdade foi um mistério descobrir o que ela tinha feito de errado. Só sabíamos que ela estava ali e depois andando com a nova turma. A missão deles era conseguirem se conectar uns aos outros para realmente estarem preparados para a grande batalha com a vilã, porém, não conseguiam e foi nesse momento - onde tudo parecia perdido-, que descobrimos o segredo de Kim.


Os conflitos internos, os altos e baixos do enredo até o ápice do filme, que não foi à batalha com a vilã Rita foram tudo bem escritos e embalados com a trilha sonora, que conseguiu mesclar músicas atuais como Suvivor, Stand by me e as músicas clássicas da série de Power Ranger, como Go Go Power Ranger.

Em uma visão mais como fã da série Power Rangers, que sempre que possível assistia algumas versões dos super-heróis, eu admito ter ficado bem entusiasmada com o anuncio, que o mundo cinematográfico teria uma nova versão da série. O enredo é parecido com todo o inicio da série de TV, porém, o que mais gostei foi toda a construção em cima dos personagens – os quais já foram detalhados no começo da resenha -. Esse foi o primeiro da sequência que é planejado ser ter de cinco até sete novos filmes.
(para aqueles que gostam de um tribute)

Valeu a pena assistir, me emocionar também e segredo pessoal: Quando criança, eu era louquinha de amores pelos Rangers vermelhos (quem nunca!) e eu sempre que possível arranjava briga na escola para ser a Ranger rosa (e nem era a minha cor favorita, talvez fosse tudo pelo R. Vermelho!).

Pensando agora, eu acho que eu deveria ter sido o Ranger Vermelho! Quem sabe fosse esse o meu destino.

Brincadeiras a parte, espero que tenham gostado, tanto quanto eu gostei escrever sobre os PR comentem se assistiu e quais suas impressões. Espero que não tenha dado spoiler, se sim, juro que não foi intencional!

xoxo, 
Maria Clara Vieira.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Resenha: Bastidores da fama

Nome: Bastidores da Fama (Ing. Beyond the Light)
Ano: 2014
Atores:  Gugu Mbatha-Raw Minnie DriverNate Park', Danny Glover e 
Participação: Rapper Machine Gun Kelly
Escrito: Gina Prince Bythewood

NOTA: 9
Tem no Netflix!



Bastidores da Fama é um filme musical estadunidense  que carrega uma pitada generosa de romance e drama a história da protagonista, a cantora Noni Jean. 

Garota criada do nada, vê sua vida mudar após vencer o Billboard Music Award. Sendo considerada a próxima revelação pop do momento sem nem ao menos ter lançado seu álbum, Noni é consumida pelas pressões da Indústria Musical e em meio aos conflitos e a infelicidade, ela tenta tirar a própria vida.
"Eu sinto como se estivesse sufocando no meio da rua e ninguém pudesse ver que eu estou morrendo"

Porém, um anjo da guarda a salva, Kaz Nicol, oficial da polícia com fortes ambições políticas. A atração um pelo outro é instantânea e eles rapidamente seguem seus corações. Apaixonados, Kaz tenta convencer Noni a pedir ajuda profissional e em meio ao romance, Kaz descobri em Noni uma garota vulnerável, que só precisa ser ouvida e protegida. Contudo, nessa história parece que o amor pode não ser o vencedor dessa batalha, logo que existem muitas pessoas contra o relacionamento do casal.

(Acionar a legenda no próprio video)

Por um instante, tudo parecia perdido, ambos seguiriam seus caminhos e só teriam memórias. Mas foi nesse mesmo instante  (no último minuto) que o amor de Kaz dá a Noni a coragem de ir em busca da sua própria voz e se libertar. Podendo, assim seguir seu caminho da forma que ela mesma achasse certo a fim de se tornar uma grande artista, a qual estava destinada a ser.



O enredo do filme é perfeito e tão real, pois podemos relaciona-lo a tantas histórias de jovens famosos, que são sucumbidos pela fama e fazem muitas besteiras, se envolvem com pessoas erradas, ficam perdidos. Os personagens foram bem construídos a fim de nos fazer refletir. Pelo menos eu consegui refletir sobre como pode ser realmente a vida de um jovem famoso e ainda julgamos-os tão cruelmente.  São pessoas como nós, erram, acertam e amadurecem.

A trilha sonora sem dúvidas deu uma roupagem mais interessante ao romance de Noni e Kaz, além de reforçar ainda mais a mensagem de que temos que encontrar as nossas próprias vozes e nos libertarmos de qualquer obstáculo que não estejam nos fazendo crescer.




Espero que tenham gostado da resenha, foi um tanto simples, mas eu adorei escrever sobre esse filme. Foi simplesmente emocionante a mensagem dele. Por-favor, comentem algo para eu saber a opinião de vocês também.

Muito obrigada!

xoxo, Maria Clara Vieira.









quarta-feira, 29 de março de 2017

Resenha Km 70:


Sinopse: Júlia e Henrique foram casados por cinco anos antes da separação conturbada, que resultou em uma grande briga que nunca tem fim. Porém, eles são obrigados a embarcar em uma viagem de carro, para conseguirem chegar a tempo do casamento dos seus melhores amigos, no qual serão os padrinhos.

Autora: Joyce Mara

Status: Concluída/2017

Estrelas: 4

Com um enredo voltado para o romance, o livro Km 70 da autora Joyce Mara,  já adquiriu mais de cinco mil visualizações (leituras), mil e cem votos (favoritos) e está adicionada à 17 bibliotecas no aplicativo Wattpad.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que quando comecei a ler logo fiquei surpresa, por que em menos de três horas eu já tinha completado a minha leitura e depois fiquei imaginando como seria se tivesse uma continuação. Sem dúvidas esse livro foi o menor que já li no Wattpad! Porém, muito bom!

Já tinha o colocado em minha biblioteca há cerca de uns três meses, porém, como sempre começo várias leituras ao mesmo tempo já tinha várias encaminhadas e eu lutando contra os prazos que os autores dão para retirá-las, ai me veio à idéia de ler Km 70 durante uma viagem que fiz recentemente. Não poderia ter esperado e também escolhido o melhor momento para conhecer a fundo a história simples, maluquinha e envolvente do casal Júlia e Henrique, quer dizer... Ex- casal!

A partir da sinopse já começamos a adentrar no enredo sabendo que Julia e Henrique foram um casado durante cinco anos e que o casamento acabou não muito bem. E por causa do casamento de amigos em comum, ambos tiveram que embarcar em uma viagem juntos. Basicamente durante essa viagem temos relances do passado dos dois, o que aconteceu de tão “terrível” para os jovens apaixonados se separassem além do desenrolar engraçado desse encontro inusitado dos ex-pombinhos.

E tudo acontece justo próximo ao Km 70, quando Henrique após certa dificuldade em ficar tão próximo da sua amada Julia, ele deixa sentimento que estava escondido desde a separação aflorar e quando rola uma química forte, eles se entregam ao momento. Entre tapas e beijos, eles se recordam, os beijos, das caricias e de como eram felizes no passado, mesmo sendo tão diferentes. O final é lindo, mas eu não vou dar esse big spoiler!

A capa do livro é super fofa, limpa,  no sentido de não ter muitas imagens e com uma cor chamativa, que sem dúvidas me deixou curiosa desde o momento que vi nas recomendações.

A escrita da autora é leve e cômica em certos momentos da história, o desenvolvimento do enredo simples, rápido e apesar de eu ter ficado em particular com abstinência do clima tapas e beijos entre Julia e Henrique, eu adorei como Joyce, mostrou o amadurecimento dos personagens tanto durante a separação, mas também durante a viagem.

Sei que tinha o elenco na mídia da historia, mas como estava viajando quando a li, eu não tive internet boa para carregar as fotos, depois que fui descobri que a Julia era Amy Adams e o Henrique era o Chris Pratt, porém, como sou muito de me envolver também pela fisionomia dos personagens. Desde o inicio eu fiz o meu próprio elenco,sempre sendo o Henrique como o ator Nando Rodrigues e a Julia como a atriz Marina Ruy Barbosa. Não sei o porquê, só os visualizei quando comecei a leitura, ficou e eu amei.

Trailer: 



 Espero que gostem e, por-favor, comentem!
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Beijos, Maria Clara Vieira
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