quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Beijar e Chorar: 1 em 3,5 bilhões de tipos de amor.


Filme: Beijar e chorar (2017)
Gênero: Drama/ Filme de Esporte
Direção: Sean Cisterna
Atores: Sarah Fisher, Luke Bilyk e outros.
Data de lançamento mundial: 21 de maio de 2017
Nota: 10!!! (sem dúvidas)

"Prometa-me que sempre sorrirá"

"Trate o triunfo como funeral e o funeral como triunfo. Significa que temos o poder de escolher entre sorrir ou não sorrir"

O filme "Beijar e Chorar" é baseado em fatos reais, que retrata a história da patinadora canadense Carley Allison, que após ter a chance de competir na equipe Elite de patinação no gelo, seu sonho é colocado em segundo plano quando acaba sendo diagnosticada com um câncer raro. Ela se torna 1 em 3 bilhões e meio de pessoas e mesmo doente, Carley não desiste de sua paixão pela música, o que a faz ver a vida de forma otimista e nunca perde o sorriso no rosto. Isso acaba chamando a atenção das pessoas e também servindo de incentivo e inspiração para sua família e amigos, que a apoiavam contra o câncer.

(acionar a legenda no vídeo)

O filme mostra para aqueles que assistem indícios de como a vida pode ser e é frágil, assim como inexplicável. Um dia estamos no topo e no momento seguinte podemos estar lutando pela vida. Para muitos isso pode ser revoltante, porém, a história dessa jovem é uma linda mensagem sobre superação, disciplina, determinação e escolhas.

Escolhas, por que a Carly poderia muito bem não aceitar seu estado e parar de viver positivamente. Mas, ela aceita a situação e de forma otimista quebra qualquer tentativa das pessoas lhe colocarem para baixo e dizerem que ela não conseguirá vencer o câncer.

Uma coisa que eu adoro fazer é ler os comentários daqueles que já assistiram aos filmes e algo que me chamou atenção nos de "Beijar e Chorar" foi como as pessoas se surpreenderam com a forma que o namorado da Carley, o John Servinis, continuou ao lado dela mesmo sabendo que sua situação poderia piorar.

Bem, na minha opinião, essa atitude dele pode ter sido interpretada como extraordinária ou surpreendente, por que simplesmente hoje em dia o mundo está tão cheio de atitudes egoístas que quando vemos uma pessoa apoiando outra em um momento delicado da vida de uma delas, já vemos aquele ser como excepcional. Mas John era amigo e namorado dela, se importava e a amava de verdade. Forma linda de mostrar seu amor!

(Carley Allison e seu namorado, John Servinis na vida real)

A verdadeira Carley Allison foi uma patinadora e cantora que inspirou e continua inspirando muitos jovens ao redor do mundo, mesmo após seu falecimento aos 19 anos. Até o ano de 2015, ano do seu falecimento, ela produzia vídeos na plataforma Youtube. E de forma emocionante e tocante, algumas das músicas que Carley cantou foram regravadas por Sarah para a trilha sonora do filme.
As músicas "I Loved You"(de sua autoria) e o cover "Human" da cantora Christina Perri simplesmente encheram meus olhos de lágrimas.
Lindo demais!!


Eu fiquei tão emocionada com toda história, que decidi procurar saber um pouco mais sobre a produção cinematográfica, além de anotar algumas curiosidades:

1. Na vida real, Sarah Fisher e Carley era melhor amiga e a atriz vivenciou
de perto a luta da amiga pela vida, desde o momento que descobriram a doença. Sarah interpretou Carley no filme. E regravou a música 'I loved you" na casa da própria Carley, no mesmo piano que a jovem a compôs.



2. A produção de "Beijar e Chorar" levou em torno de seis meses e muitas das cenas foram feitas em locais, onde a verdadeira Carley viveu. A escola, a antiga casa da família e hospital. O processo de filmagem e construção da personagem para o filme foi um reencontro especial entre a atriz Sarah, os familiares da jovem retratada e seu namorado na época, John.

(Família Allison e John Servinis)




(Atores e diretor de Beijar e Chorar, na premiere do filme no Canadá)

3. O termo "Beijar e Chorar", que foi dado também como nome da produção cinematográfica canadense. tem haver com um entre vários jargões do mundo da patinação. Isso eu só fui entender já no final do filme quando a personagem explicou o significado. Basicamente, esse termo é usado pelos patinadores para destinar o local onde eles devem esperar por suas pontuações.

4. "Beijar e Chorar" está disponível no youtube, dublado e em boa qualidade audiovisual, deixei marcado no nome do filme o link do mesmo para quem quiser assistir e se emocionar com o enredo.

Espero que tenham gostado da resenha, assisti ao filme na terça-feira e desde então estava louca para escrever sobre ele.
xoxo,
Maria Clara Vieira.


Descanse em paz, anjinha!!!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Power Rangers: It's morphin time

Nome: Power Rangers: É hora de morfar
Ano: 2017
Produção: Brian Casentini, Allison Shearmur, Marty Bowen, Wyck Godfrey, Brent O'Conor e Haim Saban
Elenco: Dacre MontgomeryNaomi ScottLudi LinRJ CylerBecky G, Elizabeth Banks e Bryan Cranston
SINOPSE: A jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove - e o mundo - estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem suas forças, antes que seja tarde demais.
NOTA: 9

Cinco adolescentes: Jason, Billy, Kimberly, Trini e Zacky. Considerados malucos, fora dos padrões e até mesmo inconsequentes. Cinco diferentes personalidades, que juntos terão de proteger a cidade onde moram, o planeta e universidade. No inicio não sabiam bem o por que de terem sido escolhidos, pensaram em fugir, pensaram que não conseguiriam, que era uma missão suicida.

O que cinco crianças poderiam fazer, certo? É muita responsabilidade, certo?

Errado, juntos eles descobriram que são melhores, mostraram o verdadeiro significado de amizade, de trabalho em equipe apesar de todos os obstáculos do inicio e a melhor prova disso tudo foi quando os Power Rangers tiveram que lutar contra Rita, interpretada pela Elizabeth Banks, uma vilã bem moderninha e viciada em ouro que ressuscitou das profundezas do mar atrás de um cristal poderoso, que a faria dominar o mundo. Só que não!


A história por trás de cada um dos personagens foi bem, a escolha dos atores foi algo que me deixou super ansiosa para ver na tela de cinema. E vamos combinar, eu amei todos eles.

O Ranger vermelho (Jason), interpretado pelo Dacre Motgomery, tem uma história familiar meio clichê. O garoto prodígio da escola e da família, que joga em um time de futebol, acaba se metendo em encrenca e depois descobre que pode ser mais que um jogador encrenqueiro e marrento. Adoro o clichê!  Abrindo aspas e deixando em letras garrafais um detalhe - quem sabe um grande detalhe – o ator escolhido, sem brincadeira, se parece muito com o ator Zac Efron.


O Ranger azul (Billy), interpretado pelo Rj Cyler, é o pequeno gênio da equipe e mais animado para se tornar um super-herói. O personagem possui do inicio ao final um senso de humor, um coração puro e uma vontade tão grande de fazer com que a nova turma der certo, que isso o faz vencer a perda do pai e o bullying na escola.

O Ranger preto (Zacky), interpretado pelo Ludi Li, a história familiar desse Ranger é bem sensível. Por fora ele é o típico adolescente, forte, marrento, inconsequente, que encara qualquer coisa por uma aventura, porém, ao longo do filme descobrimos um lado de Zacky mais humano e sensível, ao vê-lo contar para os amigos sobre sua família.

A Ranger amarela (Trini), interpretada pela atriz e cantora Becky G, minha pequena latina do coração. Ela é mais uma dos cincos, que é aquela adolescente estereotipada, que está ali mais nunca é verdadeiramente ouvida. A família é bem certinha e tenta fazer com que a personagem seja feminina, quando na verdade Trini possui um estilo tomboy – quem sabe herdado da própria interprete, que no inicio da carreira usava muitas combinações masculinas e femininas-, ao prestar atenção no comportamento dessa personagem podemos perceber que no inicio do filme há uma resistência da Ranger com os novos “amigos”, principalmente com a Kimberly, a Ranger rosa. Porém, à medida que o enredo se desenrola e os adolescentes vão se conhecendo, os segredos da trama também vão sendo descobertos pelos telespectadores.


E para finalizar a apresentação dos personagens, a Ranger rosa (Kim), interpretada pela Naomi Scott, ela parecia ser uma das populares da escola como o Jason, parecia a garota perfeita, mas ela estava como os outros na detenção, no inicio para falar a verdade foi um mistério descobrir o que ela tinha feito de errado. Só sabíamos que ela estava ali e depois andando com a nova turma. A missão deles era conseguirem se conectar uns aos outros para realmente estarem preparados para a grande batalha com a vilã, porém, não conseguiam e foi nesse momento - onde tudo parecia perdido-, que descobrimos o segredo de Kim.


Os conflitos internos, os altos e baixos do enredo até o ápice do filme, que não foi à batalha com a vilã Rita foram tudo bem escritos e embalados com a trilha sonora, que conseguiu mesclar músicas atuais como Suvivor, Stand by me e as músicas clássicas da série de Power Ranger, como Go Go Power Ranger.

Em uma visão mais como fã da série Power Rangers, que sempre que possível assistia algumas versões dos super-heróis, eu admito ter ficado bem entusiasmada com o anuncio, que o mundo cinematográfico teria uma nova versão da série. O enredo é parecido com todo o inicio da série de TV, porém, o que mais gostei foi toda a construção em cima dos personagens – os quais já foram detalhados no começo da resenha -. Esse foi o primeiro da sequência que é planejado ser ter de cinco até sete novos filmes.
(para aqueles que gostam de um tribute)

Valeu a pena assistir, me emocionar também e segredo pessoal: Quando criança, eu era louquinha de amores pelos Rangers vermelhos (quem nunca!) e eu sempre que possível arranjava briga na escola para ser a Ranger rosa (e nem era a minha cor favorita, talvez fosse tudo pelo R. Vermelho!).

Pensando agora, eu acho que eu deveria ter sido o Ranger Vermelho! Quem sabe fosse esse o meu destino.

Brincadeiras a parte, espero que tenham gostado, tanto quanto eu gostei escrever sobre os PR comentem se assistiu e quais suas impressões. Espero que não tenha dado spoiler, se sim, juro que não foi intencional!

xoxo, 
Maria Clara Vieira.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Resenha: Bastidores da fama

Nome: Bastidores da Fama (Ing. Beyond the Light)
Ano: 2014
Atores:  Gugu Mbatha-Raw Minnie DriverNate Park', Danny Glover e 
Participação: Rapper Machine Gun Kelly
Escrito: Gina Prince Bythewood

NOTA: 9
Tem no Netflix!



Bastidores da Fama é um filme musical estadunidense  que carrega uma pitada generosa de romance e drama a história da protagonista, a cantora Noni Jean. 

Garota criada do nada, vê sua vida mudar após vencer o Billboard Music Award. Sendo considerada a próxima revelação pop do momento sem nem ao menos ter lançado seu álbum, Noni é consumida pelas pressões da Indústria Musical e em meio aos conflitos e a infelicidade, ela tenta tirar a própria vida.
"Eu sinto como se estivesse sufocando no meio da rua e ninguém pudesse ver que eu estou morrendo"

Porém, um anjo da guarda a salva, Kaz Nicol, oficial da polícia com fortes ambições políticas. A atração um pelo outro é instantânea e eles rapidamente seguem seus corações. Apaixonados, Kaz tenta convencer Noni a pedir ajuda profissional e em meio ao romance, Kaz descobri em Noni uma garota vulnerável, que só precisa ser ouvida e protegida. Contudo, nessa história parece que o amor pode não ser o vencedor dessa batalha, logo que existem muitas pessoas contra o relacionamento do casal.

(Acionar a legenda no próprio video)

Por um instante, tudo parecia perdido, ambos seguiriam seus caminhos e só teriam memórias. Mas foi nesse mesmo instante  (no último minuto) que o amor de Kaz dá a Noni a coragem de ir em busca da sua própria voz e se libertar. Podendo, assim seguir seu caminho da forma que ela mesma achasse certo a fim de se tornar uma grande artista, a qual estava destinada a ser.



O enredo do filme é perfeito e tão real, pois podemos relaciona-lo a tantas histórias de jovens famosos, que são sucumbidos pela fama e fazem muitas besteiras, se envolvem com pessoas erradas, ficam perdidos. Os personagens foram bem construídos a fim de nos fazer refletir. Pelo menos eu consegui refletir sobre como pode ser realmente a vida de um jovem famoso e ainda julgamos-os tão cruelmente.  São pessoas como nós, erram, acertam e amadurecem.

A trilha sonora sem dúvidas deu uma roupagem mais interessante ao romance de Noni e Kaz, além de reforçar ainda mais a mensagem de que temos que encontrar as nossas próprias vozes e nos libertarmos de qualquer obstáculo que não estejam nos fazendo crescer.




Espero que tenham gostado da resenha, foi um tanto simples, mas eu adorei escrever sobre esse filme. Foi simplesmente emocionante a mensagem dele. Por-favor, comentem algo para eu saber a opinião de vocês também.

Muito obrigada!

xoxo, Maria Clara Vieira.









quarta-feira, 29 de março de 2017

Resenha Km 70:


Sinopse: Júlia e Henrique foram casados por cinco anos antes da separação conturbada, que resultou em uma grande briga que nunca tem fim. Porém, eles são obrigados a embarcar em uma viagem de carro, para conseguirem chegar a tempo do casamento dos seus melhores amigos, no qual serão os padrinhos.

Autora: Joyce Mara

Status: Concluída/2017

Estrelas: 4

Com um enredo voltado para o romance, o livro Km 70 da autora Joyce Mara,  já adquiriu mais de cinco mil visualizações (leituras), mil e cem votos (favoritos) e está adicionada à 17 bibliotecas no aplicativo Wattpad.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que quando comecei a ler logo fiquei surpresa, por que em menos de três horas eu já tinha completado a minha leitura e depois fiquei imaginando como seria se tivesse uma continuação. Sem dúvidas esse livro foi o menor que já li no Wattpad! Porém, muito bom!

Já tinha o colocado em minha biblioteca há cerca de uns três meses, porém, como sempre começo várias leituras ao mesmo tempo já tinha várias encaminhadas e eu lutando contra os prazos que os autores dão para retirá-las, ai me veio à idéia de ler Km 70 durante uma viagem que fiz recentemente. Não poderia ter esperado e também escolhido o melhor momento para conhecer a fundo a história simples, maluquinha e envolvente do casal Júlia e Henrique, quer dizer... Ex- casal!

A partir da sinopse já começamos a adentrar no enredo sabendo que Julia e Henrique foram um casado durante cinco anos e que o casamento acabou não muito bem. E por causa do casamento de amigos em comum, ambos tiveram que embarcar em uma viagem juntos. Basicamente durante essa viagem temos relances do passado dos dois, o que aconteceu de tão “terrível” para os jovens apaixonados se separassem além do desenrolar engraçado desse encontro inusitado dos ex-pombinhos.

E tudo acontece justo próximo ao Km 70, quando Henrique após certa dificuldade em ficar tão próximo da sua amada Julia, ele deixa sentimento que estava escondido desde a separação aflorar e quando rola uma química forte, eles se entregam ao momento. Entre tapas e beijos, eles se recordam, os beijos, das caricias e de como eram felizes no passado, mesmo sendo tão diferentes. O final é lindo, mas eu não vou dar esse big spoiler!

A capa do livro é super fofa, limpa,  no sentido de não ter muitas imagens e com uma cor chamativa, que sem dúvidas me deixou curiosa desde o momento que vi nas recomendações.

A escrita da autora é leve e cômica em certos momentos da história, o desenvolvimento do enredo simples, rápido e apesar de eu ter ficado em particular com abstinência do clima tapas e beijos entre Julia e Henrique, eu adorei como Joyce, mostrou o amadurecimento dos personagens tanto durante a separação, mas também durante a viagem.

Sei que tinha o elenco na mídia da historia, mas como estava viajando quando a li, eu não tive internet boa para carregar as fotos, depois que fui descobri que a Julia era Amy Adams e o Henrique era o Chris Pratt, porém, como sou muito de me envolver também pela fisionomia dos personagens. Desde o inicio eu fiz o meu próprio elenco,sempre sendo o Henrique como o ator Nando Rodrigues e a Julia como a atriz Marina Ruy Barbosa. Não sei o porquê, só os visualizei quando comecei a leitura, ficou e eu amei.

Trailer: 



 Espero que gostem e, por-favor, comentem!
Para quem tiver interesse o meu perfil no Wattpad é MamaVieira, sigam-me e descubram o que tem na minha biblioteca! 

Beijos, Maria Clara Vieira

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Resenha: Insaciável, Imortal e Perigoso

Sinopse: Viktória Mészaros descobriu-se herdeira de uma antiga mansão abandonada, em uma cidadela medieval na Romênia. Decidida a conhecer a história de seus ancestrais, ela viaja para a Transilvânia e decide passar alguns dias na assustadora Mansão Zsigmond.
Ao caminhar pelos corredores da imponente propriedade, Viktória é seduzida pela imagem de um belo homem retratado em uma pintura, na belíssima sala vermelha. Mas quando o homem do quadro invade seus sonhos noturnos, despertando-lhe a libido e realizando suas fantasias mais secretas, Viktória se assusta com a intensidade do seu desejo pelo desconhecido.
O que ela não sabe é que seus sonhos tórridos estão cada vez mais perto de se tornarem reais. O homem que ela imaginava ser alguém do passado surge no presente e é ainda mais irresistível que a pintura pendurada na parede.
E ele a quer para si.
Insaciável, imortal e perigoso, o Conde Drácula desperta novamente. Desta vez no século XXI.
- Você não pode fugir de mim, porque o seu destino está em minhas mãos. Você é minha e eu faço com você o que me der vontade.
- Quem você pensa que é para falar assim comigo?
- Eu sou Vlad Drakulya, o filho do dragão. O último Drácula.
Vampiros

Editora: Independente
Edição: 1° edição
***

Com um enredo voltado para a fantasia e na categoria de “vampiros” no Wattpad, o livro já adquiriu mais de 425 mil visualizações (leituras), 43 mil votos e está adicionado em 39 bibliotecas, inclusive na minha. O livro Insaciável, Imortal e Perigoso da autora TaraLynnObrian me conquistou no primeiro instante que comecei a leitura.

De início fiquei bem ansiosa e preocupada de como a autora abordaria a temática sobre vampiros/humanos e ainda colocando a lenda do Conde Drácula. Porque vamos combinar que o tema “vampiros” já está bem saturado pela quantidade de livros e séries já existentes, então desde o início torci que a Tara conseguisse contar sua história de forma diferente das já no mercado vampiresco.

O livro conta a história de uma mulher jovem e independente, Viktória, que ao nascer foi deixada em um orfanato no Brasil e lá cresceu com ajuda da madrinha de consideração Constanta, que era zeladora do local na época. Porém com a maior idade Vik teve que encontrar seu próprio lugar para viver, quando se viu novamente sozinha e desamparada, uma luz pareceu, Dona Margarida Flores, uma senhora amável que com o tempo a adotou como filha do coração. Já adulta e com a vida reestruturada como confeiteira, a garota descobre-se como herdeira de uma fortuna e de uma mansão “mal-assombrada” em uma cidade medieval da Romênia.
Desconfiada, Viktória aceita se aventurar no outro país e conhecer a mansão Zsigmond, assim como suas origens.  Contudo, ao chegar a sua nova casa, ela se depara com segredos, mistérios, sonhos perturbadores e com o misticismo, o que atiça a sua curiosidade e para completar ela fica perdidamente impressionada (para não ser direta e dizer que ela ficou in love) com uma pintura antiga de um homem lindo e sexy, mesmo para a sua época, Vlad.

“A sensação de que algo fora do meu controle ou conhecimento está acontecendo, assola-me desde que o visitante inesperado foi embora”

Vlad Drakulya é o grande mistério de toda a história não só para a querida Viktória, mas para os próprios leitores e mesmo com o livro sendo dividido entre narrador observador e narrador personagem, uma sacada de estruturação da autora, nós roemos as unhas de ansiedade para saber tudo sobre ele e seus segredos em relação a sua verdadeira origem vampiresca e, principalmente, qual seu interesse pela herdeira Mészáros.

“Para muito eu fui um monstro, para outros, um vilão incompreendido, talvez um filho do demônio, mas nunca um simples homem”

Outro ponto positivo da história é que apesar dela ser em torno de Vlad e Viktória, existem outros personagens que compõem o “elenco” e que traz mais dinâmica e novos ares para o enredo. Lana e Petru sem dúvidas são os personagens secundários que a medida da narrativa cresceram e são bem construídos assim como os protagonistas. Ainda sobre o “elenco”, adorei os atores que representam os personagens. Para falar a verdade, eu nunca imaginei que os atores Phoebe Tonkin (Viktória) e o Michael Malarkey (Vlad) pudessem dar aquele “match” perfeito e tornar o livro tão atrativo e super sexy como é.

Phoebe Tonkin, atriz que faz Hayley, uma híbrida em The Original
Micheal Malarkey, ator que faz o lindo Enzo, um lindo vampiro com sotaque britânico em The Vampire Diaries
Agora falando sobre o “cenário”, apesar de a história se passar na Transilvânia, eu adorei essa troca de nacionalidades e culturas com o Brasil, por que não é muito comum as minhas leituras ter essa dinâmica territorial. Ou acontece nos Estados Unidos ou no Brasil apenas. E ter um país diferente no enfoque do enredo, é ótimo.

E como eu sou viciada em criar playlists para as leituras na minha biblioteca e também adoro bisbilhotar as mídias dos livros (para mim, quanto mais mídias, mais empolgada eu fico para começar a ler), assim  não poderia deixar de comentar sobre a trilha sonora e os gifs de tirarem o fôlego que são adicionados aos capítulos de forma harmoniosa, viciante e que nos faz pirar com certeza!

Assim, apesar de ser uma história sobre vampiro e ter muitos segredos, não existe aquela determinação explícita de que um personagem é o vilão da história, mas o maior vilão desse livro e de outros da autora Tara Lynn somos nós mesmos, ou seja, os nossos pensamentos, auto-julgamentos e preconceitos da sociedade.

Espero que gostem da nova resenha, fiz com muito carinho e, por favor, comentem o que acharam! 

Beijos, Maria Clara Vieira

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Série Paixões Gregas: Um amor como vingança


Sinopse: Leon Stefanos e seus irmãos carregam marcas de um passado difícil, agora estão adultos e buscam vingança contra seu grande inimigo. O homem que destruiu suas vidas ainda na infância. Leon está disposto a ir além de seus limites, a vingança não é apenas contra seu inimigo, mas toda sua família, será que a inocente Melissa Kalimontes pode convencer Leon a esquecer o passado e o peso de seu sobrenome? Será que um amor pode superar a sede de vingança? A primeira história sobre os irmãos Stefanos.

Com mais de 489 mil leituras (visualizações), 45 mil votos (favoritos) e tendo sida adicionada a biblioteca de 33 pessoas, inclusive na minha própria na plataforma Wattpad (a queridinha de muitos leitores). O livro "Um amor como Vingança da Série Paixões Gregas da autora Mônica Cristina é um sucesso de tão emocionante. Tenho que destacar que capa me chamou muita atenção, linda.

Sem dúvidas me emocionei do inicio ao fim! Paixões Gregas é uma série de 7 livros, onde o primeiro conta a história de Leon Stefano em especial, um homem focada, frio e riquíssimo, que passou dificuldades na infância após ele, seus três irmãos mais novos e seu pai alcoólatra serem abandonados pela sua mãe, a qual preferiu viver com um milionário grego sem escrúpulos e de quebra fazer sua família ser expulsa da Grécia. Leon cresce com sede por vingança e junto com seus irmão ele passa anos planejando destruir o homem que fez sua família se desestruturar, porém, não contava que esse mesmo homem tivesse uma filha, a qual é adicionada ao plano malignos de vingança dos Stefanos. Melissa Kalimontes, a ingênua e solitária filha única do tal milionário que não é tão milionário assim, já que ao longo dos anos esbanjou "suas" riquezas com futilidades e amantes, que por vez nunca foi considerada filha, mas empregada.

Leon ao inserir Melissa em sua vingança, mal sabe que a está salvando e assim quando a garota entra na vida desse Stefano centrado, frio, viciado em trabalho, ela com seu jeitinho meio assustado e meigo o transforma e conquista a todos da casa. Contudo, até ambos entenderem o que sentem e se abrirem sem qualquer fantasma do passado os rondando é uma longa e emocionante jornada tanto para eles quanto para nós leitores que ficamos apreensivos com o final.

E dessa vez eu juro que me contive em simplesmente ler o último capítulo. Infelizmente tenho essa mania feia.

O que me deixou mais animada já nos primeiros capítulos e me fez continuar a ler simplesmente devido a autora ter criado uma "adaptação" fofa e moderna do conto de fadas Cinderela, além claro dos personagens terem sido bem construídos e apesar do livro se tratar de Leon. já temos a oportunidade também de ver e saber um pouco mais sobre os outros três irmãos: Heitor, Ulisses e Nicholas (Nick), o que torna a história um tanto cômica e mais real. já que tem aquela troca de foco. Nunca imaginei que uma família grega fosse tão divertida e barulhenta!

Já os personagens principais são trabalhados em escuridão, medo e inseguranças devido ao passado de cada um deles, mas que como diz o ditado “tudo com conversa se resolve”, pois é,  eles aprendem a um escutar o outro e conhecer a si mesmos, principalmente, a Melissa no inicio parecia um bebê assustado com o escuro. Dava até vontade de chorar com ela e até colocá-la no colo. Uma pena de quebrar o coração, porém, ao longo do enredo ela se descobre como uma mulher forte e decidida que aprendeu a ser com a ajuda do lindo Leon.

Apesar disso, ainda com todo amor pela Lissa e Leon, eu tive momentos de amor e ódio com eles, a Melissa é um anjo de pessoa, no início dava vontade de colocar no colo a cada lágrima que ela derramava, ingênua e sempre tratada pelo pai como empregada ela sempre se sentiu como tal e assim sempre obedecendo ao que andavam e quando chega a casa de Leon as coisas mudam aos poucos ela conquista a todos e ao público, mesmo achando às vezes seus choros um pouco dramáticos e desnecessários, já que ela poderia se abrir com alguém.

Já Leon ele se tornou um milionário conhecido por todo o mundo, assim como os irmãos, frio, objetivo e focado na tal vingança ele quebra as pernas quando vê pela primeira vez Melissa, mas como centrado que é ele se convence que tudo na garota é fingimento. O personagem tem seus momentos de obscuridade e medo que o torna cruel em certas situações, é impulsivo e por isso não dá muita oportunidade de Lissa se abrir no início. É dramático, inseguro. Mas muda e vira um fofo super apaixonante.

Bom dia,
Maria Clara Vieira


sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Filme Natalino: O Espírito de Natal



Sinopse: Uma mulher se apaixona por um homem que está de certa forma indisponível, afinal ele é um fantasma. Uma mulher se apaixona por um homem que está de certa forma indisponível, afinal ele é um fantasma.
Diretor: David Jackson
Escritor: Tracy Andreen
Elenco: Thomas Beaudoin, Steven A. Miller, Kati Salowsky
Ano: 2015

O filme entrou no catálogo da Netflix no início do mês e quando o vi já adicionei a minha lista de filmes para as férias e como a história é ambientada na semana de Natal, nada mais apropriado que fazer jus a época. Darei quatro estrelinhas, por que gostei de como os produtores mantiveram o suspense sobre a história e em particular me deu alguns sustinhos durante o filme.

Admito que adoro filmes natalinos e por mais que a maioria deles tragam remontagens da história sobre os três espíritos do natal: passado – presente –futuro. Esse filme em questão trouxe uma história leve com seus mistérios, suspenses e com fantasma. E que fantasma!

O Espírito de Natal conta a história de Kate, uma corretora de imóveis, que tem como missão de final de ano: colocar  finalmente a venda uma antiga pensão, que por muitos da redondeza é considerada assombrada. E realmente é, pelo antigo dono, Daniel, que morreu há aproximadamente 95 anos, mas que sempre retorna a vida por duas semanas na época do Natal e acaba expulsando qualquer visitante. Menos Kate, que corajosamente está decidida a cumprir o que seu chefe a pediu e de quebra ainda ser promovida no trabalho.

Kate, então planeja ajudar Daniel a ir de vez embora para a luz e ainda deixar a pensão livre para finalmente ser vendida. Com a ajuda de um amigo, único morador humano da pensão, Kate e Daniel tentam desvendar o mistério por trás da morte do fantasma, o que encadeia novas descobertas não apenas sobre Daniel, mas sobre as pessoas próximas a ele quando ainda era vivo.

Enquanto isso, Kate lida com seus próprios problemas: a incapacidade estar em um relacionamento e de se apaixonar e com a pressão que seu chefe faz para que a mulher consiga venda logo a pensão.

O final do filme foi inusitado em certos pontos, por exemplo, sobre como foi a morte do Daniel e quem o matou. Mas para mim, o mais louco foi imaginar se e como Kate e Daniel poderiam ficar juntos, já que ele até então era um fantasma.
Sobre o elenco, apesar de gostar muito de assistir filmes com atores que já tive outras oportunidades de ver a atuação, dessa vez em especial eu deixei esse critério passar. E mesmo o enredo sendo bem simples, os atores fizeram ótimos trabalhos com seus personagens. Mas, para ser sincero, o que mais me chamou a atenção no filme foi à semelhança do ator Thomas Beaudoin (Daniel) com o ator Josh Duhamel. Pode achar loucura, mas eu os achei parecidos!

Então se você que gosta do Natal e gosta de assistir filmes natalinos nessa época só para entrar no clima, acho que “O Espírito do Natal” seria um bom filme para você assistir!

Espero que tenha gostado da resenha, comentem e assistam ao filme!
Beijos e um feliz Natal,

Maria Clara Vieira
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